sábado, 17 de outubro de 2009

17 de Outubro - Dia Mundial de Luta contra a Pobreza

Não podemos parar! Levanta-te e actua para que os 8 objectivos do milénio sejam alcançados!


segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Mais um ano que começa....


Olá a todos!


Quero saudar antes de mais todos os alunos que fizeram a opção pela disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica. Em segundo lugar, os seus Pais por querem que os seus filhos cresçam em alicerces firmes e consistentes baseados nos valores humano - cristãos.

Mais um ano que começa e apesar das vicissitudes dos tempos actuais, vislumbro um tempo de esperança reflectido no rosto de cada um dos alunos e no seu papel na transformação do mundo que nos rodeia. Pensar no futuro é procurar reflectir em conjunto sobre as formas ou a forma de o tornar mais risonho, mais humano, mais cordial...

Na recente mensagem do Papa Bento XVI, na Encíclica Caridade na Verdade, diz que " O saber nunca é a obra apenas da inteligência, mas se quer ser sapiência capaz de orientar o ser humano, à luz dos princípios primeiros e dos seus fins últimos, deve ser «temperado» com o «sal» da caridade".

Na caminhada deste grupo alargado, em que os laços de amizade são cada vez mais visiveis, quero demonstrar a minha disponibilidade para vos ajudar a construir um projecto de vida com sentido. O barco,nas diferentes viagens que vai fazendo, nãopode andar sozinho, pois precisa da ajuda de todos!

Nas actividades propostas para este ano lectivo, queremos continuar a trabalhar para o nosso lema: Ser Mais!

Ser mais na escola, ser mais para os outros, ser mais na família, ser mais no mundo actual, ser mais e mais na procura de Deus na nossas Vidas!

Queres aceitar o desafio? Vamos a isso?

Votos de um bom ano para todos!

Profª Estela Cristina Brito

















Semana Nacional da Educação Cristã

4 a 11 de Outubro de 2009

Educação Cristã: um Serviço e um Compromisso
Mensagem para a Semana Nacional da Educação Cristã

A educação é tão importante na vida do ser humano que, sem ela, ninguém cresce harmoniosamente e ultrapassa um estilo de vida marcado pela vulgaridade. É que a educação proporciona a cada ser humano o conhecimento de si próprio, a consciência da necessidade dos outros para a sua própria realização, a abertura às dimensões espiritual e transcendente da vida, e o empenho crescente no seu próprio desenvolvimento e na construção da sociedade em que está inserido. A educação é um contributo indispensável para o desenvolvimento integral da pessoa humana.Ainda recentemente, o Papa Bento XVI, atento às necessidades do nosso tempo, sublinhava que a educação é uma grande “emergência” no mundo de hoje. Por isso, as dificuldades que os educadores sentem para enfrentar os novos desafios não podem conduzir ao desânimo e ao enfraquecimento do seu empenho.
Todos estamos cientes de que os obstáculos e insucessos com que os educadores se defrontam podem e devem ser superados. O compromisso de cada um dos educadores é a via prioritária para o fazer. A todos é hoje lançado o repto de imprimir, na sua acção quotidiana, um dinamismo novo de criatividade e solidariedade. A Igreja sempre assumiu a educação como um imperativo da sua missão evangelizadora, consciente de que é através da educação que se constrói a realização humana e o futuro da própria humanidade. Por isso, empenha-se em promover a educação cristã, como um serviço e um compromisso: serviço do “homem novo” e de uma sociedade renovada, nos quais estão directamente envolvidos a Família, a Escola, a Paróquia e os Movimentos e Associações laicais.
A educação é o coração do desenvolvimento da pessoa e da sociedade. Educar nunca foi tarefa fácil. As dificuldades com que nos confrontamos não podem dar lugar ao desânimo ou ao cruzar de braços.
Com o empenho de todos, na fidelidade aos valores e critérios do Evangelho e na comunhão dos diversos ministérios e carismas, contribuiremos para a construção de um mundo renovado e com futuro.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

domingo, 28 de junho de 2009

Professor de EMRC na Vida das Escolas

O Ensino Religioso Escolar tem um papel essencial na educação integral da pessoa, na defesa da identidade nacional e no reforço da fidelidade à matriz histórica e cultural, bem como na promoção da compreensão dos fenómenos sociais e na descoberta do valor do outro, sendo a sua intervenção marcada pela visão cristã do mundo.
O professor de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) intervém num amplo espaço educativo, colocando-se numa posição privilegiada de serviço, disponibilidade e entrega à comunidade onde está colocado e na qual é chamado a servir. Deste modo, a disciplina de EMRC promove, obrigatoriamente, o envolvimento do professor da disciplina com a globalidade do Projecto Educativo da Escola, não se circunscrevendo apenas ao espaço da sala de aula. A transmissão e a aquisição das competências nesta disciplina são promovidas de forma integral dentro e fora da sala de aula, tendo a mesma um carácter interdisciplinar que integra, de forma activa e interventiva, o professor de EMRC no Projecto Curricular de todas as turmas, dando-lhe uma presença marcante na vida das escolas.

O funcionamento das escolas integra vários factores, desde o currículo nacional à diferenciação do currículo nas escolas, ao envolvimento com a comunidade local, passando pela gestão de projectos que colocam em interacção todos os actores da comunidade educativa. O actual quadro legal da gestão das escolas promove a abertura ao meio e a interacção e intervenção de todos os agentes educativos, procurando pautar-se pela avaliação do mérito e da qualidade.

É neste contexto que, todos os docentes, sem excepção, são chamados a participar na construção do projecto da sua escola. O reconhecimento do seu mérito pelos pares e a pertinência que é reconhecida aos projectos assumem-se como critérios para o reconhecimento e implementação dos mesmos nas diferentes escolas. O professor de EMRC, com o mesmo enquadramento legal que os demais docentes, intervém (e deve intervir!) de forma construtiva e valorativa nas escolas onde lecciona, sem qualquer factor de discriminação.

A intervenção dos professores de EMRC é valorizada e reconhecida, como acontece com os demais grupos docentes, pelos seus pares pedagógicos e pelas diferentes estruturas de gestão das escolas, que lhes reconhecem o mérito, o valor e a pertinência da sua intervenção. A acção e o desempenho dos docentes faz com que alguns se destaquem em outras funções para além das docentes, e este reconhecimento dá-se pela sua prática lectiva e pela sua participação na vida da escola.

O funcionamento das escolas regula-se, assim, pelo quadro legal e, particularmente, pela acção espontânea e participativa a que todos são chamados. Trata-se da regulação local do ensino, que reflectindo a realidade local das escolas, a formação do seu corpo docente e as suas potencialidades, manifesta práticas e características diferenciadas.

É neste contexto de reconhecimento do trabalho realizado, do mérito e da formação (em muitas circunstâncias através da especialização em diferentes áreas do ensino, de mestrados e doutoramentos que trazem um valor acrescentado à comunidade escolar e académica) que os docentes de EMRC têm vindo, de forma crescente a assumir nas escolas diferentes funções que dignificam e valorizam o ensino público e privado.

Um significativo número de professores de EMRC integram a gestão das escolas em diferentes órgãos, são coordenadores de projectos, leccionam nas Áreas Curriculares Não Disciplinares, assumem direcções de turma, dirigem Centros de Recursos Educativos, promovem iniciativas de acção social, de intervenção cultural e são, tendo em conta a especificidade da disciplina, imprescindíveis promotores da valorização dos projectos que dinamizam a formação dos alunos de forma global, enquanto educação integral da pessoa. Em suma, o melhor instrumento regulador da participação dos docentes de EMRC na vida das escolas deverá ser, como acontece com todos os docentes, o reconhecimento que a sua própria comunidade educativa faz do seu trabalho e intervenção nas escolas.

(in Agencia Eclesia)