sábado, 28 de fevereiro de 2009

Sorrisos...

Um sorriso não custa nada
e produz muito.
Enriquece quem o recebe, sem empobrecer quem o dá.
Ninguém é tão rico que não precise dele
e ninguém é tão pobre que não o possa oferecer.
Um sorriso
Dá repouso ao cansaço e ao desânimo,
renova a coragem e é consolação da tristeza.
Ninguém necessita mais
de um sorriso
do que aquele que não sabe sorrir...




sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009


Qual o significado da Quaresma?
Chama-se Quaresma, os 40 dias de jejum e penitência que precedem à festa da Páscoa. Essa preparação existe desde o tempo dos Apóstolos, que limitaram sua duração a 40 dias, em memória do jejum de Jesus Cristo no deserto. Durante esse tempo a Igreja veste seus ministros com paramentos de cor roxos e suprime os cânticos de alegria: O "Glória", o "Aleluia" e o "Te Deum". Na Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve-se aproximar de Deus, visando o crescimento espiritual. Nesse tempo santo, a Igreja Católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de acção: a oração, a penitência e a caridade.
Porquê a cor roxa?
A cor litúrgica deste tempo é o roxo que simboliza a penitência e a contrição. Usa-se no tempo da Quaresma e do Advento. Nesta época do ano, os campos enfeitam-se de flores roxas. Antigamente, era costume cobrir também de roxo as imagens nas igrejas. Na nossa cultura, o roxo lembra tristeza e dor. Isto porque na Quaresma celebramos a Paixão de Cristo: na Via-Sacra contemplamos Jesus a caminho do Calvário.
Qual o significado destes 40 dias?
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a escravidão do Povo Hebreu no Egipto, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de factos importantes e relacionam-se com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Apadrinhamento de crianças




Nas aulas de Educação Moral e Religiosa Católica, as turmas B e C do 6º Ano, bem como do 7ºA e C, continuam pôr em prática os princípios fundamentais da disciplina, nomeadamente no que se refere ao tema da FRATERNIDADE, aderindo à Campanha de Apadrinhamento de Crianças promovida pela Cáritas Diocesana da Guarda. Trata-se de um projecto de solidariedade para ajudar crianças orfãs de Murrupula, em Moçambique, onde se encontram trabalhar os Missionários de S. Baptista de Gouveia, como é o caso do Sr. Pe. Jacob, que já esteve na nossa escola.
Com o objectivo de se angariar a quantia de 100 euros, os alunos fazem o seu donativo, no espírito de partilha e de generosidade, em todas as aulas de E.M.R.C.. Assim, as turmas acima mencionadas estão quase a atingir a quantia necessária para apadrinhar mais três crianças, permitindo a criação de condições para se matricularem, terem material escolar, roupa e alimentação diária.
Esta campanha de solidariedade constitui, para todos os que nela participam e participaram, um verdadeiro gesto de fraternidade e de felicidade, que ajuda a tornar o mundo mais humano, fraterno e justo, pois, como se costuma dizer, “nós só somos verdadeiramente felizes, quando fazemos os outros felizes”.

“Junta-te a nós para construirmos pontes com os outros!”

Os alunos de Educação Moral e Religiosa Católica da Escola E.B 2/3 Dr. Abranches Ferrão

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Parar um momento. Eis um desafio para os dias de hoje!

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Viver com os outros!...

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O Decálogo de Assis para a Paz


1. Comprometemo-nos a proclamar a nossa firme convicção de que a violência e o terrorismo estão em oposição com o verdadeiro espírito religioso e, ao condenar qualquer recurso à violência e à guerra em nome de Deus ou da religião, empenhamo-nos em fazer tudo o que for possível para desenraizar as causas do terrorismo.

2. Comprometemo-nos a educar as pessoas no respeito e na estima recíprocos, a fim de poder alcançar uma coexistência pacífica e solidária entre os membros de etnias, culturas e religiões diferentes.

3. Comprometemo-nos a promover a cultura do diálogo, para que se desenvolvam a compreensão e a confiança recíprocas entre os indivíduos e entre os povos, pois são estas as condições para uma paz autêntica.

4. Comprometemo-nos a defender o direito de todas as pessoas humanas de levar uma existência digna, conforme com a sua identidade cultural, e de fundar livremente uma família que lhe seja própria.

5. Comprometemo-nos a dialogar com sinceridade e paciência, não considerando o que nos divide como um muro insuperável, mas, ao contrário, reconhecendo que o confronto com a diversidade do próximo pode tornar-se uma ocasião de maior compreensão recíproca.

6. Comprometemo-nos a perdoar-nos reciprocamente os erros e os preconceitos do passado e do presente, e a apoiar-nos no esforço comum para vencer o egoísmo e o abuso, o ódio e a violência, e para aprender do passado que a paz sem justiça não é uma paz verdadeira.

7. Comprometemo-nos a estar da parte de quantos sofrem devido à miséria e ao abandono, fazendo-nos a voz dos que não têm voz e empenhando-nos concretamente para sair de tais situações, convictos de que, sozinhos, ninguém pode ser feliz.

8. Comprometemo-nos a fazer nosso, o brado de todos os que não se resignam à violência e ao mal, e desejamos contribuir com todos os nossos esforços para dar à humanidade do nosso tempo uma real esperança de justiça e de paz.

9. Comprometemo-nos a encorajar qualquer iniciativa que promova a amizade entre os povos, convictos de que, se não há um entendimento solidário entre os povos, o progresso tecnológico expõe o mundo a riscos crescentes de destruição e de morte.

10. Comprometemo-nos a pedir aos responsáveis das nações que façam todos os esforços possíveis para que, quer a nível nacional quer internacional, sejam edificadas e consolidado um mundo de solidariedade e de paz fundado na justiça.

Carnaval Cristão e seu significado


A festa carnavalesca surge a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra "Carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de "afastamento" dos prazeres da carne marcado pela expressão "carne vale", que, acabou por formar a palavra "carnaval".Em geral, o Carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-feira gorda, também conhecida pelo nome francês Mardi Gras), último dia antes da Quaresma. Nos Estados Unidos, o termo mardi gras é sinónimo de Carnaval.
No período do Renascimento, as festas que aconteciam nos dias de Carnaval
incorporaram os bailes de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao carácter de festa popular e desorganizada, juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato actual.
O Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar no Cristianismo da Idade Média. O período do Carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou "carne vale" dando origem ao termo "Carnaval".
Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro inspiraram-se no Carnaval francês para implantar as suas novas festas carnavalescas, sendo o Carnaval do Rio de Janeiro considerado o mais importante do mundo...

(in Wikipédia)

Decálogo da Serenidade

I - Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma só vez.
II - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o máximo cuidado na minha convivência, cortês nas minhas maneiras, a ninguém criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir à força ninguém, senão a mim mesmo.
III - Hoje, apenas hoje, serei feliz. Na certeza de que fui criado para a felicidade, não só no outro mundo, mas também já neste.
IV - Hoje, apenas hoje, adaptar-me-ei às circunstâncias, sem pretender que sejam todas as circunstâncias a se adaptarem aos meus desejos.
V - Hoje, apenas hoje, dedicarei 10 minutos do meu tempo à uma boa leitura, recordando que assim como o alimento é necessário para a vida do corpo, a boa leitura é necessária para a vida da alma.
VI - Hoje, apenas hoje, farei uma boa acção, e não direi a ninguém.
VII - Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ninguém o saiba.
VIII - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado, talvez não o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrevê-lo-ei, e fugirei de dois males, a pressa e a indecisão.
IX - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunstâncias mostrem ao contrário, que a Providência de Deus se ocupa de mim, como se não existisse mais ninguém no mundo.
X - Hoje, apenas hoje, não terei nenhum temor, de modo especial não terei medo de gozar o que é belo, e de crer na bondade.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009


Bullying

Muitos jovens sofrem em silêncio com medo de colegas que os agridem na escola.De há alguns anos para cá, tem sido noticiado na imprensa casos de adolescentes que agridem colegas de escola. A esse fenómeno convencionou-se chamar Bullying.

Seremos naturalmente maus?
À partida todos acreditamos que as crianças são naturalmente boas e inocentes, ainda que alguns autores afirmem o contrário, ou seja, que a nossa natureza é agressiva, mas moldada pela educação. Assim, tudo dependeria em grande parte da educação que recebemos dos nossos pais e das influências do meio.
É certo e sabido que os mais pequenos precisam de regras, caso contrário as traquinices sucedem-se a um ritmo avassalador. No entanto, existe uma clara diferença entre a traquinice própria da infância e outros actos que poderemos considerar de maldade pura e simples, como é o caso do Bullying.
Não existe tradução portuguesa para o termo, mas, grosso modo, trata-se do acto de agredir um colega de escola, intencionalmente e de modo repetido. Estas agressões causam angústia ou humilhação à vítima, ocorrem sem motivações evidentes e são adoptadas por um ou mais estudantes contra outro (s).

A vítima
Há sempre três tipos de pessoas envolvidas nessa situação de violência: o espectador, a vítima e o agressor. O espectador assume uma atitude passiva e esta passividade deve-se ao facto de temer represálias ou, ao contrário, por sentir também algum prazer com o sofrimento da vítima.Por sua vez, a vítima costuma ser a pessoa mais frágil, com algum traço ligeiramente destoante do grupo de pares, traço este que pode ser físico (uso de óculos, alguma deficiência, roupas fora de moda...) ou emocional, como é o caso da timidez.Geralmente não dispõe de habilidades físicas e emocionais para reagir, é insegura a timidez impede-a de procurar ajuda. Normalmente é uma pessoa com dificuldades na criação de novas amizades e não se encontra inserida num grupo.Frequentemente são-lhe furtados ou partidos os objectos pessoais. No ambiente familiar, a vítima apresenta sinais de evitamento do meio escolar, mas habitualmente sofre em silêncio e não procura ajuda dos familiares, professores ou funcionários da escola. Por tudo isto, é vulgar que mude de escola ou pior, que opte por abandonar os estudos...

O agressor
Os agressores são habitualmente vistos como antipáticos, arrogantes e desagradáveis. Segundo alguns estudos, é vulgar que sejam oriundos de famílias pouco estruturadas, com pobre relacionamento afectivo entre os seus membros.Para além disso, os pais não impõem regras e o modelo de comportamento que têm em casa, sugere que a solução para os problemas passa pelo comportamento agressivo ou explosivo.Há estudos que apontam para que as crianças ou jovens que praticam o Bullying se transformem em adultos com comportamentos anti-sociais, psicopáticos e/ou violentos, o que vai fazer com que enveredem por uma vida de delinquência.
Texto da autoria de Drª Teresa Paula Marques Psicóloga Clínica, especialista em Psicologia Infantil e do Adolescente